21.4.16

#HERE WE GO: 23 HORAS EM AMSTERDÃ

Olááá pessoal do MUFEV!

Tudo bem com vocês? Quanto tempo né?!

Então a pedidos da Bianca, vamos começar a falar de roteiros em si, do que fazer, como fazer e onde fazer em determinados lugares.
A primeira ideia que quero dar é sobre aproveitar um roteiro em destinos que geralmente servem de escala de algumas companhias aéreas.O nome dessas paradas prolongadas é “stop over”. (Quem quiser saber mais sobre isso dá uma conferida aqui.
De qualquer maneira, sempre que possível eu tento fazer com que essas paradas sejam usufruídas da 
melhor maneira possível, porque ao invés de você “perder” tempo na espera do aeroporto, você acaba “ganhando” mais um destino na sua viagem.Pra você conseguir um vôo com stop over, quando você as buscas de passagens, geralmente as que tem maior duração da viagem, são compostas por stop over. Outra maneira, é quando for fazer a escolha das passagens, buscar por múltiplos destinos, que então você acaba acrescentando uma cidade sem que o preço da passagem suba.
Mas e você pode me perguntar: é suficiente pra conhecer algum lugar com algumas horas? Sinceramente, é sim! Claro que isso vai depender do lugar, mas na grande maioria das vezes o stop over é perfeito para roteiros de um dia.Eu já consegui stop over em Londres, Frankfurt, Amsterdã, e sei que Roma, Paris, Dubai, servem de paradas para algumas cias.
Hoje nós vamos falar sobre Amsterdã! Eu consegui uma parada de 23 horas lá! E olha foi bem suficiente. Comecei minha viagem passada, que vocês acompanharam por aqui (colocar o link do post) saindo de SP com destino final do vôo em Dublin na Irlanda, mas fiz essa paradinha em Amsterdã.
Cheguei no Aeroporto Schiphol, e de lá peguei um trem até a Centraal Station (lembrem-se: sempre tem que levar um dinheiro trocado pra comprar esses passes!!)Ali da estação central fui para o meu hostel, que ficava pertinho.
Fiquei no White Tulip Hostel, o preço era bom em virtude da localização. Já o atendimento não posso dizer o mesmo! Esse hostel fica há uma quadra do Red Light District (sim aquela região onde tem as vitrines vermelhas com as mulheres se prostituindo), e há umas 3 quadras da Dam Square, que é uma praça bem no centro (Tem o Madame Tussauds de lá nessa praça!).
Depois de deixar as coisas no hostel, saí passear, a pé mesmo! Amsterdã é famosa por muita gente andar de bicicleta, porque é tudo plano, mas eu não sou muito fã, e preferi caminhar.
Saindo do hostel segui pela Warmoesstraat até a Dam Square, e nessa rua já tem bastante coisa pra ver, barzinhos que de noite bombavam, coffee shops, restaurantes, a Casa da Camisinha, enfim, vários tipos de lojas.
Chegando à Dam Square, que também é o local onde tem o Nationaal Monument e o Palácio Koninlijk, segui em direção às “ruas” em que as pessoas vivem nos seus barcos, e onde tem as tulipas.



Depois da Dam Square, eu iria para a fábrica de cerveja da Heinecken, para fazer um tour lá dentro (que por sinal vale MUITOOOO a pena!!! E você já compra o ingresso pelo site deles que é mais barato).
Como falei, pra chegar la na Heinecken, passaria pelo local onde as tulipas (flor símbolo de lá) ficam à mostra (Herengracht) 


E na via em que ficam os barcos parados que é a própria casa das pessoas (Prinsengracht)

 Dêem um desconto que fui em janeiro! Logo, não tinha tanta flor assim, porque era invernão e tava abaixo de zero! Hahaha Depois de cruzar essas duas “ruas/rios” fui me aproximando da Heinecken. É um pouco mais longe, mas falo e repito: VALE MUITO A PENA! 


Foi um dos melhores tours que já fiz até hoje! Super interativo, as pessoas atenciosas, e você faz no teu ritmo, porque não precisa de guia. A gift store avacalha demais, porque você quer levar tudo! E sim, é claro, você degusta a cerveja estupidamente gelada lá! :D
Saindo do tour da Heinecken (eu demorei 1:30/2:00 pra fazer) fui direto pra outro ponto super conhecido: o letreiro. Como era inverno, o laguinho que tem na frente, tinha virado uma pista de patinação, e da mesma forma tinha seu charme!



Essa construção atrás do letreiro é o Museu Nacional (Rijksmuseum).
Depois daí, eu particularmente já estava satisfeito de lugares pra conhecer, mas era umas 14:00 e eu já tinha caminhado por tudo onde queria. O que viesse a mais era lucro.
Ainda tinham outros parques, a casa da Anne Frank, Museu do Van Gogh, mas eu não sou muito fã desse tipo de turismo, então tinha me contentado.
Fui em busca de uma coffee shop famosa pra experimentar o tão famoso bolinho espacial, mas fiquei meio com medo.. Uma das mais famosas é a Bulldog, e tem em vários lugares da cidade.
Depois de ter conhecido os meus pontos de interesse, e como ainda tinha tempo, voltei passeando por outro caminho, vendo o dia-a-dia das pessoas, e parei em mercadinhos pra comprar suvenir e porcariadas... e tem de tudo. Coisas de sexo, drogas, lembrancinhas “normais”.
Depois de voltar pro hostel e descansar um pouco a perna e tomar uma cervejinha, fiquei à espera de um amigo meu que mora na França e iria passar o final de semana la em Amsterdã. Como o vôo atrasou um pouco, não aproveitamos tanto as festas nos barzinhos, mas de qualquer maneira pudemos circular pela Red Light e ver as tais vitrines.. haha
É como vemos nas reportagens, ou ficamos sabendo, mas não deixam tirar fotos.. Você pode até tentar, mas tem bastante seguranças e quando você vai tirar a foto as mulheres fecham a cortininha da vitrine. 


Bom, espero que tenha ajudado vocês a conhecer um pouco dos principais pontos de Amsterdã e que sirva meu conselho de fazer uma parada lá de um dia (que por sinal acho que é bem suficiente) para conhecer.

Até a próxima!

See you!

Hasta luego!

Au revoir!

Auf Wiedersehen!

1 comentários:

  1. Quero tanto ir a Amesterdão!! parece mesmo lindo!
    beijinhos
    http://eyeelement.blogspot.pt/

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